Esgotamento profissional — avaliação e trabalho clínico.
O burnout é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como um fenômeno ocupacional. Exige leitura cuidadosa do contexto de trabalho, do estado emocional e das estratégias que a pessoa vem utilizando para sustentar o desempenho — muitas vezes, ao custo da própria saúde.
Sinais frequentes
Motivos comuns de procura- Exaustão física e emocional persistente
- Distanciamento afetivo do trabalho
- Sensação de incompetência ou irrelevância
- Irritabilidade e queda no rendimento
- Alterações de sono, apetite e disposição
- Dificuldade para desconectar-se do trabalho
A presença de um ou mais desses sinais não configura diagnóstico — avaliações são feitas individualmente, em consulta.
A partir da TCC.
Leitura do contexto
Análise das demandas, dos recursos disponíveis e da relação da pessoa com o trabalho.
Recuperação e limites
Trabalho com regulação emocional, sono, pausas e reorganização de prioridades.
Retomada sustentável
Construção de estratégias que sustentem desempenho sem repetir o padrão de esgotamento.
Burnout envolve fatores individuais e organizacionais. O trabalho clínico atua sobre o que está ao alcance da pessoa — e, quando possível, articula-se ao contexto profissional em que ela está inserida.
Uma conversa inicial.
Um encontro de 50 minutos para compreender a demanda e verificar se há encaixe. Sem compromisso.